30 de abr de 2010

Uma linda mensagem...

Ela deu um pulo assim que viu o cirurgião a sair da sala de operações.e

Perguntou:
-Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom?
- Quando é que eu posso vê-lo?'

O cirurgião respondeu:
- Tenho pena. Fizémos tudo mas o seu filho não resistiu.

Sally perguntou:
- Porque razão é que as crianças pequenas tem câncer? Será que Deus não se preocupa?
- Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?...'

O cirurgião perguntou:
-Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.

Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.

- Quer um cachinho dele?' Perguntou a enfermeira.
Sally abanou a cabeça afirmativamente.

A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.

- Foi ideia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa, disse Sally. No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:
- Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.

Ela continuou:
- O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.

Depois de aí ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do "Hospital Children's Mercy" pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil.
Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia.

Levou o saco com as coisas do Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho.
Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exatamente nos locais onde ele sempre os teve.
Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.

Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.

A carta dizia:
-Querida Mãe,
Sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não penses que me vou esquecer de ti, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer:"AMO-TE".
Eu vou sempre amar-te cada vez mais, Mãe, por cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiseres adotar um menino para não ficares tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferires uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, rapazes, gostamos.
Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, tu sabes.
Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo fantástico!
Os avós vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo.
Os Anjos são mesmo lindos! Adoro vê-los a voar!
E sabes uma coisa?...
O Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando o vi o tenha conhecido logo.
Ele levou-me a visitar Deus!
E sabes uma coisa?...
Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever-te esta carta, para te dizer adeus e tudo mais.
Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabes uma coisa Mãe?...
Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever-te esta carta.
Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste,
"Aonde estava Ele quando eu mais precisava?"...
Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual, quando o filho dele,
Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele.
Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém.
As outras pessoas veem este papel em branco.
É mesmo maravilhoso não é!?...
Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus.
Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase a esquecer-me: já não tenho dores, o câncer já se foi embora.
Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim.
Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar.
O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?...
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.

Por meio desta eu confesso...

Por meio desta eu confesso:
Estou viciada em Sociedade Secreta!
Pode até parecer piada, mas é a mais pura verdade. Estou viciada nos livros de Diana Peterfreund!
Irônico! Palavra definidora do primeiro livro de sociedade secreta: rosa e túmulo. Opiniões para lá e vamos ao que interessa.
Eu já disse que adoro minhas andanças por livrarias e bibliotecas? Não? Então tenho dito(parafraseando novamente o livro), eu amo! É, foi numa dessas andanças que eu descobri Diana Peterfreund. Acreditem, nem me lembro mais como fui parar na sessão infanto-juvenil, só sei que li a sinopse achei bacana, mas não botei fé. Mais um romancezinho americano de mesmo enredo.
Ledo engano. Por curiosidade procurei mais sobre o livro e aqui estou eu, depois que peguei o primeiro volume não consegui mais parar de ler e em uma semana digeri os quatro livros da série, e por sinal estou louca para conseguir o quinto livro (que são as histórias da qual a protagonista não estava presente para relatar).
Amy Haskel é uma estudante de Literatura da Universidade Eli, ela esta no final de seu terceiro ano na faculdade e esta é a época em que as sociedades secretas do campus começam a recrutar novos membros, Amy quer muito entrar para a Sociedade Pena & Tinta, mas para seu espanto ela foi Chamada para a Rosa & Túmulo, a sociedade secreta mais respeitada de toda a faculdade.
Essa é só a ponta do iceberg, a questão é que ela faz parte do primeiro grupo de mulheres a integrar a R & T, e os patriarcas não estão nada satisfeitos com isso. A vida de Amy vira de cabeça para baixo, a sociedade toma mais tempo do que ela realmente deseja, sua vida parece que vai desmoronar a qualquer momento.
Este livro é apenas o inicio de tudo, Amy é apenas uma neófita, e precisa aprender algumas coisas sobre sua sociedade antes de se tornar uma coveira.
No segundo livro, Sob a Rosa, Amy já esta usufruindo de seus privilégios como coveira, e até conseguiu por um pouco de ordem na loucura que havia se transformado a sua vida, mas a sociedade ainda suga bastante de seu tempo. Mensagens estranhas começam aparecer na caixa de e-mail das coveiras e um site misterioso sobre todos os segredos da Rosa & Túmulo. Alguém estava sabotando a sua sociedade e ela não iria permitir isso...
O terceiro livro da série começa com os coveiros tentando roubar o musóleu do sociedade rival, a Cabeça de Dragão, e subsequentemente eles vão para o Cavador Key, a ilha paradisiaca dos membros da rosa e túmulo. Mas há um problema, Amy tem fobia de água e isso acaba fazendo com que ela se aproxime de um certo alguém...
No quarto e último livro Amy esta de namorado novo, a pessoa da qual todos os leitores amam (Diana tem o dom de nos fazer amar e odiar o mesmo personagem, pois a cada namorado que Amy arranjava eu queria que ela ficasse exatamente com aquele.) Jamie, o mesmo que havia a importunado e a quase matado no ritual de iniciação. Amy agora também tem uma nova missão, escolher o neófito que ira substituí-la.
Os livros são ótimos, leitura super fácil e com algumas doses cavalares de profunda filosofia e cultura. O mais legal é que a história tem como cenário uma faculdade e não uma escola, levando-nos a um mundo novo. Diana tem um dom para escrever(as vezes acredito que seja uma auto biografia, já que vejam algumas semelhanças entre autora e protagonista), envolve-nos em sua trama e quando terminamos queremos mais...

OBS.: Existe um quinto livro, mas apenas conta as histórias que Amy não presenciou durante a série...

Sherlock Holmes, o filme

Uma série de assassinatos, um vilão com poderes mágicos e um mistério indecifrável... Esses são os ingredientes do novo filme de Sherlock Holmes!
Eu estava louca para ver esse filme (quando eu o vi em cartaz nas próximas estréias), como boa amante de filmes de época e uma boa amante de historias de detetives, especialmente Holmes, que é meu predileto, bem eu...TINHA QUE VER ESSE FILME! E vi.
Antes, no entanto, de ver, li algumas criticas na internet que me deixaram com um pé atrás, mas nada melhor do que você mesma para ver um filme e tirar suas próprias conclusões. Minha nota ao filme? 8. O filme é bom, o enredo é bom, o figurino é bom, os artistas são bons,o cenário é bom, mas o Holmes... A o Holmes, dá para acreditar que foi ele quem matou a estória? Não que o ator não fosse bom (e ele era), mas as forma como ele foi apresentado estragou o filme.
Lembro-me bem quando li o primeiro livro do Sherlock Holmes, eu tinha 14 anos, foi o signo dos quatro, eu sempre amei esse tipo de estória e me lembro muito bem de alguns traços do Holmes. Entenda, o longa é bom, mas é intragável para os amantes do detetive inglês.
Por mais que eu entenda, aceite e concorde que em uma adaptação de um livro para filme deva haver certas diferenças por incompatibilidade, eu acredito que certas coisas não podem e nem devem mudar. Então vamos á lista de pecados, e julguemos e sentenciemos esse filme:
1º em alguns momentos tive a sensação de que o protagonista era o Watson. Por mais que eu o ame tanto quanto o Holmes, muitas vezes sua figura ficou muito mais evidente do que a do verdadeiro protagonista. (será que o motivo disso se deve ao fato de ser Jude Low o Dr. Watson?).
2º Holmes tinha hábitos excêntricos, isso não quer dizer que ele fosse louco e em alguns momento eu acreditei que ele o fosse. A desorganização, a falta de compromisso e a excentricidade em exagero, ora bolas, isso não é característica do Holmes. Ele diversas vezes ficava entediado e usava ópio, mas ser um cientista maluco não era a dele.
3º A namorada do Dr. Watson, meu Deus de todas eu achei que ela foi a personagem melhor representada, ela realmente me lembrava uma lady do século XIX. Mas suas origens... Será que o roteirista não leu o signo dos quatro? Ela era sim uma governanta, mas ela não tinha pai! Ela descobriu sobre os rolos do pai graças ao Sr. Holmes...
4º Watson mandava e desmanda em Holmes, é muito esquisito ver isto depois de ter lido vários livros que demonstrava diferente. Ok, livros e filmes são diferentes, mas certas coisas...
5º A paixonite do Holmes, nunca li sobre tal (tá certo que eu ainda não consegui ler todos os livros sobre Holmes), só uma vez é que li sobre uma mulher que Holmes tenha gostado... Mas mesmo assim é subjetivo por que até os fãs de Holmes têm certas dúvidas quanto a isso.
6º Pude perceber que o roteirista procurou colocar elementos de várias estórias no filme, como por exemplo: a da paixonite de Holmes, também quando ele se disfarça de mentigo (lembro que foi no mesmo episódio que ele conhece a mulher que ele amou), e etc e tal...
7º Achei bacana o gancho que eles deixaram para um possível próximo filme, afinal de contas Dr. Mouriart é e sempre será o maior inimigo de Holmes.
O veredicto é: o filme é bom para se ver, mas deixa muito a desejar. E para os amantes do detetive mais famoso da historia, é eu sei, dói ver aquelas mudanças gritantes...

27 de abr de 2010

A vida é um clichê!


Nas férias de verão deste ano tive o prazer de quase participar de uma um concurso de literatura, mas infelizmente não deu, fiquei sabendo muito em cima da hora, não dava para escrever tanto em tão pouco tempo (5 dias), eu até comecei a escrever, mas não deu mesmo.
Na tentativa de escrever uma coisa que fosse diferente e original acabei pedindo ajuda ao meu pai, e debatíamos algumas coisas que eu desejava colocar na história. Conversamos bastante, ao invés de nadar (pois eu estava viajando para a praia) eu explicava para meu pai minha história. Falei que não queria cair no clichê, e ah, é aqui que começa o porquê deste artigo.
Enquanto me debatia para escrever algo original e sem clichês, acabei lembrando de algo que eu já sabia, ora, sabia de certa forma, de acordo com Sócrates através da maiêutica nós tomamos conhecimento de coisas que no fundo já sabíamos. Então, cheguei á conclusão de que a própria vida é uma grande clichê.
Profundo não?
Filisófico até demais, mas pura verdade. Pare e veja os fatos, por mais que tentamos ser originais tudo não passa de um clichê, dia a após dia, por exemplo, condenamos Adão e Eva, e dia após dia cometemos os mesmos erros que eles, xingamos os Israelitas que tanto foram ingratos com Deus e fazemos o mesmo.
O que fazemos é reproduzirmos algo que já ocorreu séculos e séculos atrás repetidamente. Perguntei a mim mesma, como poderia escrever algo sem incorrer ao clichê se a própria vida era um clichê. Nem nós mesmos não somos originais, somos apenas a imagem e semelhança de Deus como não incorrer ao clichê?...
Profundo, filisófico, mas real!

(Não gostei muito disso...)

A Moda dos Vampiros

Nós últimos anos, não apenas no Brasil, mas em outros lugares temos visto grandes Best-sellers virarem filmes, e em seguida uma legião de fãs se formarem. Os exemplos são diversos, mas eu gostaria de ficar com apenas um: a modinha dos vampiros.
Depois que o primeiro livro da série Twinght foi adaptado para o cinema, uma série de outros livros surgiram, e olha, com o mesmo estilo: Uma garota se apaixona por um vampiro e etc e tal. Será que alguém mais além de mim não esta enjoado com esse ‘paradigma’?
Lembro de ter visto sobre a o livro crepúsculo em uma revista da Veja, meses e meses antes do primeiro livro ser lançado. Quando fiquei sabendo da adaptação do livro para o filme(quando anunciou em cartaz nos cinemas) não perdi a oportunidade e fui ver. Confesso que gostei, deixei a oportunidade de ver o filme para ver se valia a pena ou não ler os livros. Julguei que valia, tenho os três últimos livros e li apenas lua nova, mas acabei desistindo de ler a série, ao menos por agora...
Não agüento mais entrar em uma livraria e ver diversos livros obre o mesmo assunto: Vampiros. Livros de toda a espécie, e em especial romances onde uma garota se apaixona por um vampiro. Intragável! Gosto das estórias de Vampiros, mas tenha dó, a coisa ficou banalizada. O que surge desse tipo de sucesso é a banalização de fãs, entenda, dou o maior apoio para quem é fã de fato, não tenho nada contra eles, o meu problema é com os fanzinhos; eu tenho pavor deles.
Esses fãzinhos me matam, acham que sabem de vampiros, mas nunca pararam para ler o clássico dos clássicos: Drácula de Bram Stocker. Ou talvez tenham tido contato com outros livros sobre o assunto, como por exemplo: O Vampiro que descobriu o Brasil (excelente por Sinal) ou o livro legal mais infantil Diário de um vampiro (não me lembro bem, pois só li trechos), ou talvez nunca tenham lido sobre a madame dos contos vampirescos: Anne Rice.
Alguém se quer sabe que Drácula de fato existiu? Que o castelo dele de fato existe, que os herdeiros dele ainda existe? E que lendas e lendas giram em torno desse castelo que é intransponível? Aliás, eles sabem quem é Bram Stocker? Por que ainda perco meu tempo?
A verdade é que uma centena de livros sobre o assunto surgiu e que a grande maioria não passam de fãs de meia tigela. Crepúsculo, uma série da Meg Cabot, uma outra serie onde o primeiro livro é Traida, diários de vampiro(apesar que esta serie tem o meu perdão), um outro livro ainda onde os pais da menina morre em um acidente de carro e um vampiro a salva... e etc e tal? Cadê a originalidade? Alguém já leu os livros da famosíssima Anne Ricce (não recomendo, tem muita obsenidade), alguém pelo menos viu o filme entrevista com Vampiro? Onde foram parar os clássicos???
Depois de tantos argumentos, vamos aos fatos: Vampirismo atualmente não passa de MODA!

OBS.: Sera que ainda lembram de Anjos da noite? 

A Escolha de Thelma

Thelma é uma mocinha que vive em uma cidade Grande no Canadá, sua vida é perfeita: tem uma família adorável, boas condições financeiras e ainda é bonita, apesar de odiar seus cabelos ruivos... Tudo o que Thelma queria era se casar com um bom partido, um dos alunos residentes de seu pai cairia muito bem. O destino deu a Thelma exatamente o que ela queria: um bom casamento, mas também a deu um novo relacionamento com Deus.
A partir desse relacionamento Thelma aprende muitas coisas acerca de Deus e então passa domar seu “espírito” rebelde, a estória de Janette Oke, conta toda a vida de Thelma, as suas dificuldades e suas angustias, como ela aprendeu a ter paciência no senhor e a amar aquilo que ele lhe deu. Não é apenas um romancezinho, é um romance cristão que nos ensina bastante acerca da vida.
Esse livro é muito especial para mim, foi o primeiro livro que alguém me deu. Na verdade foi um livro ganhado por mérito, aplicabilidade. Quem me deu foi minha querida irmã em Cristo Sandra, fiquei tão feliz por ter ganho o livro, eu já era apaixonada por eles, mas depois de a escolha de Thelma eu decidi que queria ter minha biblioteca pessoal.
Não sei quantas vezes o li, mas sei que ele é excelente. Eu ri e chorei com a protagonista, mas também a detestei em alguns momentos e em outros me admirei com o tamanho da coragem dela. É impressionante ver como Deus pode transformar as pessoas, recomendo a todos que leiam...

Ele escolheu os cravos



Não é necessario palavras, o video fala por si só.

22 de abr de 2010

A montanha Russa da Vida

Esse é um texto de minha autoria, do qual ja faz cerca de quase um ano e meio que foi escrito, gosto muito dele por que representa o que pensa da vida.




~*~*~

A montanha Russa da vida


A vida é uma montanha Russa, cheia de altos e baixos e de momentos de tirar o fôlego. O inicio é bem calminho, então o carrinho começa a aumentar sua velocidade gradativamente, sobe-se uma rampa que o leva até um ponto alto e então ela despenca de uma vez só. Ela desce a “ladeira” de uma vez só, arrancando seu ar, consumindo sua coragem e faz com que os hormônios que controlam a adrenalina sejam usados de uma forma nunca vista.
Ela torna subir e descer, vira de ponta cabeça, sobe e desce mais um pouco, faz percursos radicais ainda não imaginados por você. Então a adrenalina consome sua coragem de forma voraz e vai te deixando louquinho. Algumas sensações são maravilhosas, outras, no entanto, são de embrulhar o estômago. Até que então, o carrinho começa a desacelerar, e vai desacelerando, e cada vez ele fica menos veloz, até que para. A sensação é maravilhosa, mas você não tem certeza se consegue encarar uma segunda vez.
Você consegue ver alguma diferença entre vida e a montanha russa?Se por acaso tenha visto, me conte pois eu não vi nenhuma!
A via é assim, um redemoinho de emoções... Quando o carrinho começa a andar é quando começamos a viver, a vida esta bem diante de nós, tudo é uma expectativa maravilhosa, até que vem a primeira surpresa, este é o momento em que o carrinho desmorona na primeira “ladeira”, a sensação é maravilhosa. Logo começa uma sucessão de subidas e descidas, os altos e baixos da vida. Momentos de extrema felicidade e profunda tristeza, momentos estáveis e momentos que a vida da piruetas, momentos que ela fica de cabeça para baixo.
Então quando você esta próximo ao fim e o carrinho de emoções começa a desacelerar, você olha para trás e vê suas aventuras e peripécias, observa como foi tudo muito bom e louco, mas você não tem coragem se agüenta uma segunda rodada. É de fato, não há muita diferença entre a vida e uma montanha russa.

16 de abr de 2010

Podia ter sido EU

O hino abaixo foi tirado do livro da Jill Bricoe (Capítulo 4 – Nunca diga Nunca, por shelly Esser Apenas entre nós – Batalha Espiritual), eu devo ser honesta e dizer que eu nunca ouvi a música (até procurei, mas não achei), mas a apreciei muito. Por isso resolvi postar aqui, para que ficasse registrado.
A canção fala sobre a batalha espiritual, dos irmãos em cristo que não conseguem resistir, da compaixão que devemos ter com ele e que poderia ter sido nós, ou qualquer um. A letra da música é supper fácil, vale apena ler.



~*~*~*~

Li no Jornal de hoje que outro soldado Caiu
O guerreiro frágil escorregou e da graça caiu
Os abutres mergulharam em lágrimas seu coração
E o prenderam contra o chão,
E das sombras alguém tomou o seu lugar.
E hoje comentaremos,
Nunca suas palavras compramos.
Que vimos a loucura em seus olhos diremos.
Amanhã o esqueceremos e do nosso coração o apagaremos.
Enquanto ele sangra calmamente nossos olhos desviamos.
E em nossos corações tememos que aquelas cujas
vidas são como as nossas,
cujas sombras dançam como demônios nas mentes nossas.
Pensamos em empurrá-los para longe,
Vamos nossas almas exorcizar.
Vamos fazê-los a canções para toda a raça humana tocar.
Mas poderia ter sido eu.
Eu poderia ter sido aquele que perdeu o equilíbrio e caiu
Mas poderia ter sido eu,
Aquele que se orgulha de sempre estar de pé,
Pois a menos que tu me abraces forte, senhor,
E eu posso também abraçar,
Então nas notícias do jornal amanhã também posso eu estar.

13 de abr de 2010

Cansada, porém viva....

Pela primeira vez em alguns dias, estou sentada em frente ao meu netbook para poder escrever alguma coisa. Devo confessar que á muito tempo que tenho necessitado poder estar aqui escrevendo alguma coisa.
A vida diária cheia de obrigações tem me consumido, chegando ao ponto do meu pai dizer que eu quase não tenho tempo para a família, o que não é mentira, e minha mãe dizer que eu tenho tido um acúmulo de atividades, o que também é verdade.
Gosto de estar cheia de coisas para fazer, ruim é quando fica tudo fora de ordem como esta agora. O pior é que junta tudo: faculdade, igreja, Frances, livros para ler, coisas para organizar, roupa para lavar, estágio, sono acumulado... Meu Deus, é coisa demais! E a louca varrida aqui ainda esta cogitando a possibilidade de fazer um curso de teologia.
Que dá para fazer dá (isso ficou tão a lá Leonardo Quintão), o problema é me organizar, faz semanas que estou tentado me organizar, mas sempre falta algo. É terrível! Dessa semana não pode passar, pois se não euzinha não farei o meu tão sonhado curso de extensão de teologia. E para melhorar o dia, ontem na reunião da EBF eu ainda fui convocada para participar da gincana, e eu não gosto de perder e adoro uma competição... Aff, nem preciso comentar! (O pessoal ainda queria me por como líder, mas como a dois anos atrás eu já havia sido e fardo é pesado, eles resolveram me poupar)
O lado bom: a Priscila e a Poliana estão na minha equipe (e elas são tão atarefadas quanto eu!) e minha líder é a Vânia que é muito competente, em contra partida a Joyce e Sheila estão na equipe adversária, imagine as visitas, terá debates ferrenhos...
Bem, o mais importante é que eu estou muito feliz, apesar dos apesares Deus tem sido muito complacente comigo, e não obstante, tem me usado muito na obra dele. Domingo, tivemos o prazer de ver velhos amigos retornando aos braços do pai, eu senti o poder de Deus como eu nunca ainda havia experimentado. Isso me faz lembrar que ele olha por mim, que tem estado comigo. A uns três domingos atrás ele fez-me uma declaração tão expressa de que me ama, que não consigo lembrar-me desse dia sem emoção.
Então eu vou ficando por aqui, hoje eu ainda tenho estágio, quarto para limpar(é só varrer e tirar poeira), roupa para lavar e Frances par estudar e etc e tal...

Deus me dê forças

Essa foi uma postagem escrita as mais de três semanas, eu estava em um estado crítico. Hoje vendo minha atual situação e reelendo o que eu escrevi, vejo que é Deus que tem me sustentado para estar aqui. Senhor, eu te adradeço!
Abaixo, a postagem que eu escrevi:

~*~*~*~
Eu não sei onde vou parar...
Hoje foi o estopim. A verdade é que eu acho que ou estou ficando doida ou estou endemoniada, das duas uma. Eu já não agüento mais, a prova disso foi hoje, cheguei ao meu limite. O pior é que as pessoas não percebem isso, elas ficam o tempo todo me fazendo cobranças, e não percebem como isso me faz mal.
Cansei de tentar a ajudar a todo mundo, não consigo nem ajudar a mim mesma. Hoje senti um vazio tão grande dentro de mim. Como pode uma pessoa ser tão usada por Deus em um dia e no outro não conseguir se manter emocionalmente estável?
Já não agüento. Quero ser uma boa advogada e tenho me dedicado a isso, cumpro todas as minhas obrigações para com a igreja e tento ser a melhor namorada, a melhor filha possível. Mas nunca sou boa o suficiente. Não consigo mais ter tempo para ligar para meus amigos, ver meus seriados, ler meus livros ou tentar escrever minhas histórias. Nunca tenho tempo para nada, sempre estou cansada e com sono e, no entanto ninguém me entende.
Peço perdão a Deus pelas palavras torpes que pronunciei hoje, pelos pecados cometidos pela ira. Por desejado que muita gente fosse para o quinto dos infernos, por ter rogado algumas pragas e ter agido feito como uma louca. Eu só gostaria de saber onde ele esta, por que permitiu que Satanás me amolasse a tal ponto e por que deixou que eu agisse feito uma louca.
Sou a mais pobre e miserável pecadora. Deve fazer pelo menos um mês que não leio a bíblia direito. E ainda sim no Domingo anterior ele usou o pastor para pregar só para mim. Senhor, o que queres de mim? Tu sabes que não tenho mais forças para caminhar, o meu mundo esta desabando. Depois de amanhã eu tenho uma pregação para fazer, mas como se agi hoje feito uma louca? Será que este é o meu espinho na carne?
Já não agüento mais as suposições de minha mãe, de que eu preciso de um psiquiatra para tratar do meu stress e da minha ansiedade, e ouvi-la dizer que estou depressiva. Como posso ensinar aos meus alunos de escola dominical a palavra de Deus no estado que eu me encontro? Acho que estou pirando.
E o pior de tudo é que não tenho com quem contar. Não tenho ninguém para me ajudar e me ouvir ou sequer ficar do meu lado. Parece que estou em meio a uma guerra, mas que em meu exercito existe apenas eu.
Senhor, tenho tantos medos...
Ás vezes o meu nível de cansaço chega a um ponto que parece que ao invés de ter dezenove anos eu tenho 75. Juro, ás vezes me sinto tão velha.
Ah e depois vem a minha auto estima, estou me achando tão feia e gorda. Não consigo mais me olhar no espelho, o meu nível de ansiedade chegou a tal ponto que eu não consigo mais nem começar uma dieta. Eu fico ansiosa por comer algo que me satisfaça, mas ás vezes eu termino de comer e quero comer mais por que o desejo não foi satisfeito.
As pessoas não entende e ficam a me cobrar a todos os lados. Além de ter tantas obrigações, mais o curso de francês e o estagio, ainda tenho as pessoas me cobrando favores. Tudo eles pedem para a Nathália. Ás vezes eu tento entender por que eles me pedem se no for tantos favores....
Eu queria muito que isso tudo parasse, eu gostaria de poder ser entendida, pois afinal sempre sou mal compreendida.
Deus, me dá forças...

6 de abr de 2010

A Navalha

Recebi o texto que se segue por e-mail, achei ele bem profundo em sua lição de Moral, vale a pena conferir:

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A navalha

Era uma vez uma navalha de excelente qualidade,que morava numa barbearia. Um dia em que a loja estava vazia, ela resolveu dar uma voltinha. Soltou-se do cabo e saiu para apreciar o lindo dia de primavera.

Quando a navalha viu o reflexo do sol em si mesma, ficou surpresa e encantada. A lâmina de aço lançava uma luz tão brilhante que, subitamente, com excessivo orgulho,disse a si mesma:

- E eu vou voltar para aquela loja de onde acabo de fugir? É claro que não! Os deuses não podem querer que uma beleza tal como a minha seja desonrada desta maneira. Seria loucura ficar lá cortando as barbas ensaboadas daqueles camponeses, repetindo sem cessar a mesma tarefa mecânica! Será que minha beleza foi realmente feita para um trabalho desses? Certamente não! Vou esconder-me numlocal secreto e passar o resto da vida em paz.

Em seguida, foi procurar um escritório onde ninguém a visse. Passaram-se meses. Um dia, a navalha teve vontade de respirar ar fresco. Saiu cautelosamente de seu refúgio e olhou para si mesma. O que aconteceu? Sua lâmina estava horrorosa, parecendo uma serra enferrujada, e não refletia mais a luz do sol.

A navalha ficou muita arrependida pelo que havia feito, e lamentou amargamente a irreparável perda, dizendo:

- Oh, como teria sido melhor se eu tivesse conservado em forma minha lâmina cortando barbas ensaboadas! Minha superfície teria permanecido brilhante e minha borda afiada! Agora aqui estou eu toda corroída e coberta de uma horrível ferrugem! E não há nada a fazer!

O triste fim da navalha é o mesmo que sucede às pessoas inteligentes que preferem ser preguiçosas a usar seus talentos. Essas pessoas assim como a navalha, perdem o brilho e a parte afiada de seu intelecto, sendo logo corroídas pela ferrugem.


Eu acredito que eu faço parte da estratégia de Deus. Todas as vezes que me vejo usada por ele, todas as vezes que que leio sobre os hérios da fé eu creio mais e mais que eu faço parte da estratégia dele. Eu anceio ser usada por ele, por que o amo e desejo que meus iguais possam conhecer o grande amor de Cristo.
Essa imagem eu montei no photoshop quando estavamos montando o blog do seja livre, mas infelizmente não deu certo, mas fica ai a bela mensagem.