28 de fev de 2011

Desafio Literário - Maysa, Só uma multidão de amores /Lira Netto

Antes de mais nada devo fazer uma ressalva, não vou me esforçar para ler mais de um livro do desafio literário, estou adorando participar, mas ler mais de um livro pode afetar meu humor... O que acontece é que muitas vezes eu gosto de um livro e quero lê-lo, mas meu estado de espirito não permite que eu faça, pois meu cerebro me pede algo completamente as avessas... então, acho que um é mais do que suficiente.

-Maysa - Só Uma Multidão de Amores-

Tema: Biografia
Mês: Fevereiro (Desafio Literário 2011)
Livro: Maysa, só uma multidão de Amores
Autor: Lira Neto
Editora: Editora Globo
Páginas:335
  • Sinopse:
A cantora e compositora Maysa foi uma personalidade muito mais complexa do que sugere sua imagem pública. Intérprete de clássicos da música brasileira como 'Ouça' e 'Meu mundo caiu', a artista é tema dessa biografia escrita pelo jornalista Lira Neto a partir de pesquisas em arquivos familiares, de entrevistas com cerca de 200 pessoas (parentes, amigos, ex-namorados, ex-maridos, músicos, produtores) e, sobretudo, com base no acesso irrestrito ao diário íntimo de Maça. O resultado é um retrato cheio de nuances de uma cantora que não apenas se tornou um ícone da vida boêmia, mas foi ela mesma uma cronista da vida noturna, escrevendo as letras de muitas de suas canções - num trânsito incessante entre as figuras da musa e da poeta. 'Maysa - Só numa multidão de amores' percorre minuciosamente todas as etapas (e traumas) de uma trajetória marcada por amores, viagens, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas para desintoxicação. Do convívio com o pai notívago e hedonista ao casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha à esposa o recato das tradições familiares), da identificação visceral com a música romântica à assimilação das novidades estéticas trazidas pela Bossa Nova, Lira Neto compõe uma narrativa em que a fidelidade aos fatos e o exaustivo trabalho de prospecção permitem detalhar também o contexto sociocultural em que Maysa se tornou uma personagem célebre. (estraido da Sinopse da americanas.com)
  • Por que escolhi este livro:
Por que nunca vi a mini série, e todo mundo comentava. Mas também por que, como sou estudante de fracês fui procurar um vídeo do Jaques Brel cantando Ne me quitte pas (eu amo essa música) e encontrei uma versão da Maysa cantando, fiquei arrebatada com a interpretação dela, quando surgiu o desafio literário, o único livro que realmente me veio a cabeça e me chamou a atenção na lista de sugestão foi a biografia da Maysa, então peguei ele mesmo...
  • A leitura foi...
Tensa, este é um livro que dá para deixar qualquer um esgotado. Não me entenda mal, Lira Neto escreve muitíssimo bem (um dia quero escrever como ele...hehehe), mas por ser biografia a história se torna muito tensa. Gostei da forma do Lira escrever, da forma de expor os fatos e etc e tal. Mas fiquei um tanto encabulada com a Maysa. Ela tinha tudo para ter a vida perfeita, a carreira perfeita, mas não deu. Talvez eu esteja errada e precisse conhecer a história dela mais afundo, mas, achei que grande parte da culpa dela ser como era culpa dos pais que não souberam cria-la, a outra parte da culpa foi dela mesma.
Em alguns momentos do livro eu realmente odiei-a apesar de sua voz e interpretação estupenda, mas em outros momentos, meu sentimento era de dó. Acho que ela errou muito, mas o grande problema dela era a estima que era muito baixa, uma pessoa que apesar de não demonstram sentia todas as dores de forma muito profunda, e a menos que eu esteja errada, isso é palpavel nas canções dela. 
  • A nota que dou ao livro:
4 ! Gostei do livro e achei ótimo a escrita do lira, mas (sempre tem um grande mas) em alguns momentos fiquei aborrecida com a própria "personagem", então fica só com 4 mesmo.


23 de fev de 2011

As Crônicas da Srta Audrey

As Crônicas Da Srta Audrey
Por :Natalie Cazalonga

Parte I


Essas crônicas deveriam ser escritas muito tempo depois, quando a Srta Audrey já tivesse virado uma lenda, e alguém muito ancioso por relatar sua vida singular resolvesse escrever sobre suas perípecias. Mas dada a fraca memória de quem escreve e a necissidade de fazê-las serem lembradas, essas crônicas se iniciam bem antes do previsto.
Não é possível iniciar falando da Srta Audrey, sem antes mesmo não falar de mim, a narradora, que a alguns anos atrás teve o prazer de conhecer a srta Audrey e participar de algumas de suas aventuras. Não intenciono falar demais de mim, apenas que sou uma amiga íntima de nossa personagem, e assim como Watson acompanhava Sherlock Holmes em suas aventuras, assim eu também o fazia.
Para início de relato seria essencial contar como nos conhecemos, como também foi necessário a Watson contar seu bizarro primeiro encontro com Holmes, com nós não poderia ser diferente.
Nosso primeiro contato se deu quando cursavamos o terceiro ano do ensino médio, Audrey era a novata na escola e eu a veterna. Foi em uma simplória aula de filosofia, não que não gostássemos de filosofia, entenda, mas é que aquela primeira aula realmente foi simplória. Nossa sala era um desastre, e o nosso professor um tanto desajeitado, chamamos ele "carinhosamente" de superman(como sempre irei me referir a ele), além de tudo uma dinâmica pra lá de louca e absurda não ajudaram a aula ser aquelas mil maravilhas...
Fato é que o professor dividiu a sala em dois grandes grupos, e a dinâmica consistia em membros de um grupo conversar com os membros do outro grupo, enquanto um contava uma história maluca o outro tinha que tentar atrapalha-lo. Bem, eu estava no grupo que atrapalhava e ela estava no grupo que contava uma história absurda. Eu ia agarrar a primeira pessoa que aparecesse, no entanto como eu estava em um extremo da sala e ela em outro, acabamos sobrando e através de gesticulação combinamos que o par seriamos nos mesmas. Fui eu conversar com a novata que se sentava no extremo oposto a mim.
A história da Sra Audrey foi um tanto escabrosa, eu curiosa como só eu posso ser, tentava atrapalhar, mas cheia de curiosidades. Ela começou a contar uma história de sei lá onde, de uma menina que ela ouviu falar, que tinha tido os seios arrancados pelo próprio namorado. Uma história escabrosa, e devo confessar que pouco convicente. Eu senti que a atrapalhei, e ela sentiu que havia completado a tarefa com esmero. Na época não pensava assim, mas em conversar posteriores Srta Audrey, esta jurou de pé junto que ela obteu êxito e que eu havia sido pega pela curiosidade e não executei minha tarefa, gozado, por que eu pensava diametralmente o oposto, cheguei a conclusão que havia obtido êxito, enquanto ela é que saiu prejudicada. Duas diferentes versões de um dinâmica fadada ao fracasso...
Pois é, foi assim que tivemos nosso primeiro contato, mas ainda demoraria alguns meses para que passássemos a manter conversas paralelas na aula e nos tornássemos amigas. Mas isso é conversa para outro capítulo...
P.S.: acho engraçado como, até hoje consigo me lembrar do nosso primeiro contato, em regra, não me lembro quando se iniciam os primeiros contatos de minhas amizades mais duradouras!

Filmes que vi e não comentei... #1

Cheguei a conclusão de que sou muito mais preguiçosa do que realmente supunha, percebi que faz meses a fio que não comento sobre filme algum, e pior, o blog esta mais literário do que pessoal, o que é drástico...
Mas enfim, para sanar esse problema, e aproveitar e comentar sobre os filmes que gosto, achei melhor de ao invés de falar de um filme por post, eu colocar três ou quatro filmes por post. Isso será ótimo, pois ira tomar bem menos tempo e além de tudo, me dá mais animo para escrever. A preguicinha ás vezes bate, entenda...
eu amo filmes, não me considero uma cinefélica, mas os amo quase como tal. Gosto de analisar tudo, o enredo, as filmagens, o cenário, o figurino, os personagens, a atuação e acima de tudo o que me chama mais atenção é a história. Não adianta ter tudo isso e a história ser podre.
Para não tomar meu tempo, e já que eu não sou especialista, vou falar apenas brevemente sobre eles, só a título de deixar minha opinião registrada, uma vez que ela tem se mostrado bastante contra vertida...

  • O Príncipe da Pérsia

Amei este filme, me lembro de desde novinha ver meus irmãos jogando o game d'O Princípe da Pérsia. Nunca entendia muito bem, eles nunca me explicavam a estória direito, então quando fiquei sabendo que teria um filme fiquei fascinada. Acho esse tipo de épico muito interessante, uma vez que é uma adaptação muito rara. Amei conhecer a história de Dastan. A crítica foi ferrenha e cruel, eu não entendi por que, mas quem disse que eu dou ideia para a opinião da crítica? Eu gostei do filme e ponto, e gostei da atuação dos atores. Sabe qual o real problema dos críticos, esses infelizes, em regra não tem opinião própria, se não segue a porcaria de padrão estereotipada por eles, não serve...
Então, achei lindo o filme, o enredo, o figurino, os personagens, o cenário... Tudo me agradou. Ótimo, mas me deu uma saudade das mil e uma noites...


  • As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada


Só tomei conhecimento d'As Crônicas de Nárnia após o lançamento do primeiro filme, não preciso dizer que fiquei fascinada, e então na primeira oportunidade comprei o livro por um bom preço, não li de imediato, mas ano passado tomei coragem e li as narrativas de Nárnia. O que posso dizer, me encantei, fiquei apaixonada por Nárnia e seus protagonistas. Então, pela primeira vez fui ver um filme da série do qual eu já havia lido o livro. E... decepcionei! 
O filme foi bom, quem nunca leu a obras de Lewis ira gostar, no entanto, para alguém como eu que leu a obra, vai ficar um pouco infeliz. Devo confessar que gostei, mas que fiquei um pouco frustrada. O figurino, o cenário, os personagens, estavam todos eles lá, mas eles conseguiram detonar um enredo que era perfeito!
Confesso também que, para o grande publico, a história original não satisfaria da mesma forma como foi os dois primeiros, mas trucidar a história como eles fizeram foi um pecado.
Ao contrário dos dois longas anteriores que foram fidedignos a obra, esse em compensação mudou toda o enredo... Fiquei triste, estava tudo lá, mas a mudança grotesca da história quase me matou.
Se fosse para dar uma nota de 1 a 10, daria 4, tava tudo muito perfeito  com exceção do enredo. Que mudassem o enredo, mas mudasse de forma descente e não grotesca como foi feito.

  • Zona Verde
Matt Damon esta espetacular como sempre, e não posso fazer uma critica a esse filme. Posso apenas dizer que eu o achei supper interessante. Ele conta a estória(se baseada em fatos reais ou não eu não sei) de um soldado americano que foi recrutado para a invasão no Iraque, a missão dele é procurar a armas de destruição biológica. No entanto, eles não encontram nada e assim ele começa a suspeitar que nesse mato tem muito mais coelho do que se imagina.
Eu sou suspeita para falar, pois gosto de filmes desse tipo, pena que pelo que eu ouvi por ai é que o filme não colou muito, é claro que não pegou, mas sendo bem honesta, desde quando brasileiro gosta de um filme denuncia desse tipo??? O filme é bom e em uma nota de 1 a 10 eu daria 10 sem hesitar. Tudo muito bem construído para a felicidade da minha pessoa.


22 de fev de 2011

O misterioso caso de Styles

Nome: O misterioso Caso de Styles
Autor: Agatha Christie
Editora: Saraiva


• Sinopse:
No meio da noite, a rica proprietária da mansão Styles é encontrada morta na sua cama, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. As portas do quarto estavam trancadas por dentro e tudo indicava tratar-se de morte natural. Mas o médico da família levanta uma suspeita: assassinato por envenenamento. Todos os hóspedes da velha mansão, inclusive seu 2° esposo e seus enteados John e Lawrence tinham motivos para matar a Sra. Inglethorp e nenhum deles possui um álibi convincente.
Para solucionar o crime entra em ação o detetive Hercule Poirot e seu fiel amigo capitão Arthur Hastings, que fazem as suas estréias neste intrigante caso.

 
Minha opinião:
Arrebatador, como qualquer outro livro da Agatha Chritie pode ser. Ela é irreverente e no final das contas me surpreendeu para valer. Mas fato é que este romance jamais vai superar o caso dos dez negrinhos, que é o mais irreverente dos irreverantes... Para variar amei o livro, amo um romance policial, e como o livro é de quem é, não poderia ser diferente. Poirott me surpreendeu mais uma vez. A leitura foi agradabilissima, não consegui desgrudar do livro um só momento.
• A leitura foi...

É difícil e prazerosa, ok, a lógia que esse romancistas usam vai além do meu parco entendimento, mas mesmo assim, não impossibilita da leitura ser profundamente prazerosa, o suspense impera desde as primeiras linhas do livro.
• A nota que dou ao livro:

4! Essa é uma boa nota, mas talvez não seja digna da autora, no entanto, lendo outros romances dela achei a trama um pouco mais fajuta em relação as suas obras anteriores, ela era digna de 5, mas em relação as suas outras obras...


18 de fev de 2011

Crenscendo

Livro: Crescendo
Autor: Becca Fitzpatrick
Editora: Intriseca

• Sinopse:

A vida de Nora Grey ainda está longe de ser perfeita. Sofrer uma tentativa de assassinato não foi a melhor das experiências, mas, pelo menos, Nora ganhou um anjo da guarda - Patch, que de angelical não tem absolutamente nada. Ele é lindo, irresistível, misterioso e está com ela. O problema é que ele tem sido cada vez mais evasivo, e parece muito interessado na inimiga de Nora, Marcie Millar. Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. Ainda que Scott a deixe furiosa na maior parte do tempo, é impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo. Atormentada por repetidas visões do pai, inexplicavelmente assassinado anos antes, Nora começa a se perguntar se haveria alguma conexão entre a morte dele e o fato de pertencerem a uma linhagem de nefilins.



Minha opinião:

Em vista do primeiro livro (que foi sussurro), a autora melhorou muito sua forma de escrever. A leitura foi mil vezes melhor do que a obra anterior, que a propósito como já disse aqui, tinha tudo para ser ótimo, mas foi bonzinho, quase ruim. Agora, nem tudo é flores, a estória foi boa, mas me deparei com alguns artifícios usados pela autora que não me agradou. Bem, um dos artifícios foi o fato da estória seguir o mesmo ritmo do livro anterior, o que eu quis dizer foi: a seqüencia de atos foi a mesma, parecia que uma releitura de forma diferente da mesma história. No entanto, o amadurecimento da personagem e da autora é palpável, apesar dos tropeços grotescos de ambas.

Mas apesar de tudo, foi uma leitura muitíssimo prazerosa, e eu recomendo que leiam!

• A leitura foi...

É difícil, a forma de ler é fácil, mas o suspense foi bom, digno de receber a fama que tem recebido, mas que pode melhorar é claro. De qualquer forma foi ótima, deixando agente com um gostinho de quero muito mais.

• A nota que dou ao livro:

3,5! Em um índice de 1 a 5; 3,5 é uma boa nota. Acredite o livro me agradou muito, se dependesse apenas da história daria 5, mas devido o conjunto da obra, acredito que 3,5 seja uma nota descente.

P.S.: Fiquei feliz de dar uma chance ao livro apesar de ter criticado o primeiro volume bastante, e apesar de minhas severas críticas, aguardo anciosa o próximo livro...


Vida de estudante...#1



Eu nunca comentei muito minha vida pessoal aqui não, mas vou passar a colocar uns desabafos... Sabe como é uma hora agente não agüenta e precisa desabafar e para não ficar falando mal de ninguém prefiro colocar as coisas aqui, pouquíssimas pessoas do meu convívio conhece meu blog e agradeço a Deus por isso, por que se não seria difícil desabafar por aqui. 
Quem faz ou fez faculdade sabe que sempre existem alguns professores que tem uma enorme fama entre os alunos, e bem, na minha faculdade não poderia ser diferente. É, tenho professores que sua fama se arrasta e aterroriza agente desde a primeira vez que se põe o pé na faculdade. Por isso estou aqui, para falar desses famosos professores.
Todo santo semestre tem um figurão, devo confessar que esse ano não temos 1, mas sim 2 figurões, e não são apenas figurões, são os piores figurões da Faculdade. Não cabe a mim citar nomes, apenas vou dizer que matéria os sujeitos lecionam e por que possui a fama.
O mais temido dos temidos é o professor de Civil - direitos reais, o cara tem o apelido de Chiquinho Malvadesa, bom acho que não preciso dizer muito neh? Ele é simplesmente o carrasco, e quem sobrevive a ele é o cara! Mas bem, a pior parte é que ele tem que ir com a sua cara, por que se ele não for com a sua cara, amigo prepare-se por que ai a vaca foi para o brejo... (Ele é simplesmente o professor que tem o maior índice de reprovação, e, ninguém tira total em suas provas, eu disse NINGUÉM!), mas devo confessar que gostei da aulas que tive com ele.
Eu disse que eram dois, e o segundo, apesar de ser mais bonzinho que o primeiro já fez mais reboliço do que o outro, e aqui chego naquilo que me inspirou a escrever.  A única coisa que digo sobre ele é que a matéria que leciona é Penal III, o resto, será apenas traços de sua personalidade que me deixam muito fula.
Eu já percebi que alguns tipos de professores nos perseguem(não de perseguir, mas é um tipo muito comum que agente detesta) e meu professor de penal é esse tipo. O fato de ele ser esse tipo "perseguidor" remete-me ao meu passado, quando eu tinha 17 anos e cursava o terceiro ano do ensino médio. Meu professor de penal me lembra o insuportável do meu professor de biologia, como "carinhosamente" foi apelidado, tio creu (ai, isso é história para outro posto).
É, o tio creu me faz querer rancar os cabelos, e antes que alguém possa pensar besteiras, ele me faz arrancar os cabelos simplesmente é INSUPORTAVEL! O tio creu é o tipo do cara que acha que tem o rei na barriga, é folgado, acha que só ele tem razão, que ele é perfeito e adora falar que ele tem isso e aquilo, ou seja, ele é o foda por que tem dinheiro. E meu professor de penal me fez lembrar esse sujeito que eu tanto quis matar. É por isso que eu digo que certos tipos professores nos perseguem!!!
Por causa do meu professor de penal, mais da metade da minha sala migrou para outra turma, eu fiquei horrorizada, chocada, mas resolvi ter um pouco de decência, resolvi ter matéria com ele mesmo, pois afinal, tantos outros antes de mim sobreviveram por que eu não sobreviveria????

21 Dicas para conservar seu livro

1. Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção a espessura das prateleiras;

2. O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças;

3. Folheie rapidamente, mas cuidadosamente, o livro sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo;

4. Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel;

5. Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida);

6. Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel;

7. Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos;

8. Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas;

9. Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros;

10. Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel;

11. Em estantes de madeira, pense em revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo;

12. Bibliotecas devem ser freqüentadas. Nem pense em porões. Baixa freqüência de pessoas aumenta a insidência de insetos. Considere um tratamento anual contra traças;

13. Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos;

14. Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro;


15. Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins;

16. Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada;

17. A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes;


18. Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas;


19. Se for um livro antigo ou de algum outro valor ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro;

20. Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encardenação;


21. Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicado.





Achei no: http://janeaustenclub.blogspot.com/2011/02/dicas-para-conversar-seus-livros_07.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+JaneAustenClub+%28Jane+Austen+Club%29

3 de fev de 2011

O&P 1995 X 2005 - Imagens - parte I

Eu disse, disse e disse quase tudo que eu penso sobre as duas versão mais legais de O&P, agora, no entanto, achei que se fizesse necessario apresentar as apenas as imagens deixar-las falar por si mesmas.

DARCY


ELIZABETH



 Achei bacana essa imagem, onde coloca a foto de cada personagem em ambas as adaptações:


OUTRAS IMAGENS:





BAILE:




CASAMENTO:





Infelizmente a versão de 2005 não teve Casamento!

O&P 1995 X 2005 - Figurino e Cenário

Continuando o post anterior, onde comparo sobre as duas melhores e mais conhecidas adaptações de Orgulho e Preconceito, hoje irei falar sobre o Cenário e o Figurino. Mas antes de mais nada, acredito que devo fazer uma resalva: Eu não sou expert nem em moda ou arquitetura, então leve-se em consideração apenas o meu gosto.

  • Figurino
Diferentemente do outro post onde eu discorri mais detalhadamente falando sobre cada personagem, acho que esse tópico em questão deverá ser mais suscinto. Não me lembro se já disse, mas se já tiver dito, não custa nada repetir, amei ambas as adaptações de O&P, ambas me agradaram, mas ambas deixaram a desejar em certos pontos que para mim é intoleravel, por isso senti uma imensa necessidade de expressá-la.

Eu pensei que poderia dizer de forma geral qual dos figurinos das duas adaptações me agradou mais, mas discobri que sou muito mais chata do que imagino. Então, para não tomar muito tempo e espaço, vou falar apenas dos que me chamou mais atenção:


 
Elizabeth - Nesse quisito eu fico de novo com a Elizabeth da primeira versão, o figurino dela foi mil vezes mais bonito que a Keira usou na adaptação de 2005. Pude observar que na última adaptação, Liza usava roupas bastante monocromáticas e na sua maioria escuras.
Não sei qual foi a idéia de fazer Elizabeth ser colocada dessa forma, acredito que deve ser por que, simplesmente eles queriam dar a ela um ar mais enigmático e bem mais simples, mas eu simplesmente não gostei, a separação de classes ali ficava evidente demais e no romance não é tão assim, quero dizer, liz parecia uma camponesa. Por isso prefiro o figurino da primeira versão no que diz respeito a Elizabeth, mesmo por que, acho que apesar das diferenças sociais ele foi mais fidedgno ao que a autora descreve no ramance.


Darcy -  Achei o figurino de ambas as adaptações muito boa, mas fico mais com a segunda.

Jane Benneth - o figurino da adptação de 2005!

Lady Katerine - ela é detestavel, mas até ela tem o direito de ser impecável. Eu detestei a lady Katherine da primeira adaptação em todos os sentidos!!!! Em compensação, as vestes, as jóias e os penteados da segunda adaptação é, na minha opinião, compativel com Lady Katherine de Bourgh.


Caroline Bingley - Ponto para a segunda adaptação! A Caroline de 1995 parecia mais uma baranga rídicula que não sabia se vestir do que qualquer outra coisa, já nesse última adaptação, eu confesso, ela estava impecável, digna de uma grande dama e pareo a Elizabeth (tirando a parte do seu EU vazio).


Mrs Bennet - Segunda adaptação e não se fala mais nisso. Brenda Blethyn interpretou essa distinta personagem com muita propriedade, nem completamente diferente da obra e nem insuportável demais, ao contrário de sua antecessora, que além de feia interpretava muito mal e era terrivelmente chata. Engraçado por que até no figurino ela foi superior, apesar de ser uma dama de idade mais avançada, ela não perdeu o bom gosto. Achei maravilhosos seus vestidos!


Mr. Bennet - eu já disse que detestei ele na segunda versão, muito mal arrumada, muito mal educado e seu sarcasmo beirava a grosseria. O Mr. Bennet da primeira versão me agradou em ambos sentidos, tanto na sua forma de interpretar quanto ao seu distinto figurino.


As meninas Bennet's - apesar de achar que o figurino da Elizabeth na versão de 1995 foi muito superior ao figurino de 2005, eu não comungo nessa idéia no que diz respeito as meninas bennet's.  Acho que seus trajes na segunda versão, apesar de ser mais condizente com uma época a sua frente, foram muito melhores do que a sua antecessora, visto que eu não suportava ver os vestidos da Lydia.
Coronel Fitzwillian - o figurino dele ficou impecável na primeira versão, já na segunda ficou boa, mas deixou um pouco a desejar.
Georgiana Darcy - O figurino da versão de 1995 foi melhor, apesar deu preferi-la na adptação de 2005, pois nesta última suas roupas mais pareciam uma camisola do que as vestes de uma jovem dama da alta sociedade inglesa.



  • Cenário
É eu sou irremediavelmente chata e detalhista com tudo, e com isso não poderia ser diferente. Em sintese (eu disse que seria breve), meu cenários prédileto foram os da segunda versão, o único que realmente me agradou na primeira versão foi a casa dos Bennet's. Netherfield park me desapontou, Pemberley de 1995 era bonita por fora, mas não me agradou muito por dentro, mas Perberly da segunda versão me deixou estupefata! Quanto ao cenário ao ar livre, bem, sem comentários, sou obrigada a novamente a ficar com a segunda versão.

<>
A tão linda e falada Pemberley!


Netherfield Park


2 de fev de 2011

10 Regras para Escrever - Jonathan Franzen

1.O leitor é um amigo, nem adversário, nem espectador.


2.Uma ficção que não seja uma aventura pessoal do autor no desconhecido ou no assustador só vale ser escrita por dinheiro.

3.Nunca use a palavra “então” como conjunção — para isso existe o “e”. Usar “então” nessa substituição demonstra que o escritor teve preguiça ou incapacidade de resolver o problema do excesso de “e” numa página.

4.Escreva em terceira pessoa, exceto quando uma voz em primeira pessoa verdadeiramente distinta se oferecer de forma irresistível.

5.Quando a informação se torna gratuita e universalmente acessível, pesquisar demais para um romance acaba desvalorizando a obra.

6.A ficção autobiográfica mais pura exige invenção pura. Ninguém conseguiu escrever uma história mais autobiográfica do que “A Metamorfose“.

7.Você enxerga mais ficando sentado do que correndo atrás.

8.É duvidoso que qualquer um com uma conexão de internet no seu local de escrita esteja produzindo boa ficção (uma matéria de capa na TIME descreveu como Franzen desliga a internet no seu notebook de escrita).

9.Verbos interessantes raramente são muito interessantes.

10.Você precisa amar antes de ser implacável.


Retirado do Blog: Aprendiz de Escritor

Ano Novo, vida nova e Período novo na faculdade!!!

É isso aí, o ano novo passou, a vida nova já esta quase velha, mas o período novo só começou hoje. Primeiro dia de aula na faculdade é um mar de rosas se comparado ao resto do período, mas é bom aproveitar enquanto ainda tudo é um mar de rosas para rever os colegas, papear, pensar que este período será diferente  e que aquela alegria ira durar o resto do período.
Mas, devo resaltar que não senti falta das aulas, primeiro por que eu fiz estágio durante toda as minhas férias, segundo por que esse último semestre foi realmente muito estressante(um mês e meio é pouco para descansar), e terceito e não menos importante: não consegui fazer nem metade daquilo que eu havia planejado!
Por fim, apesar dos apesares, foi ótimo voltar as aulas hoje, rever os colegas e amigos, papear voltar a antiga rotina, para como diz minha avó: "para a vida voltar aos prumos".