15 de jan de 2009

Sweeney Tood – O Barbeiro demoníaco da rua Fleet



Por Natalie Baptiste

Um belo Barbeiro casado com uma bela dama, curtindo a sua recém nascida filha tem a vida desmoronada quando é armada uma emboscada contra ele pelo promotor da cidade, pois este último se apaixonou pela bela esposa do barbeiro. É em torno desse enredo que gira o filme Sweeney Tood, o barbeiro demoníaco da rua Fleet.
Muitos foram os comentários positivos que giraram em torno desse longa, e sinceramente eu tenho até receio de soltar os meus comentários... Não sei se foi por que todos que viram o filme disseram-me: “Não Natalie, o filme é excelente...”; Não sei se foi por que eu esperei demais e criei muita expectativa ao redor do dele. Mas uma coisa é certa, eu não daria 10 para aquele filme nem aqui e nem lá no raio da China. Não me entendam mal, mas eu simplesmente não posso dizer que gostei de algo que não gostei, e ainda por cima, só para agradar as pessoas. Não gostei e ponto, tem muitas coisas que eu admirei no filme, e até algumas partes do enredo, mas no conjunto da obra dizer que eu daria 10, não.
O longa foi excelente, é isso mesmo, excelente no que diz respeito a figurino, imagem e sonoplastia. Johnny Deep foi espetacular como sempre, sua voz é perfeita para uma ópera(a voz dele é linda!), sua atuação excelente e como sempre ele inovou na forma de interpretar. Helena Bonham Carter também foi espetacular em sua atuação como Mrs Loved, e por um momento não acreditei que a voz fosse dela, de tão bonita, pois a propósito, geralmente atores não cantam! O Elenco era de primeira, tinha até Alan Rickman! As atuações foram estupendas, mas o enredo... é meus caros o pecado foi no enredo!
Na verdade me perdoem todos, mas o enredo foi uma porcaria. Eu vi o bônus do DVD, e de acordo com este, o filme nada mais era uma adaptação de uma peça de teatro, muito ruim por sinal! O tom sombrio era lindo no filme, mas o efeito do sangue foi terrivelmente exagerado, tava na cara que aquilo não era sangue e que os cortes eram altamente artificiais devido a forma como o sangue escorria. Perai, para o sangue espirrar daquele jeito só cortando a jugular, santo Exagero.
E para comprovar minha tese de que o enredo era pobre, depois que a Filha do Mr Tood sai do baú e o vê matando nem lembro mais qual o personagem, ela nem da mais as caras pelo filme. E ai, o que acontece??? Finais Subentendidos é uma coisa, outra completamente diferente é finais inacabados. Agora, dois pontos fortes do enredo: a torta feita de carne humana, e no final quando o Mr Tood descobre que sua esposa nunca esteve morta.
Dizer que Sweeny Tood foi excelente é um pecado, por que o enredo é podre, mas dizer que ele merece o Oscar pelas atuações, pelo figurino, sonoplastia e etc, ai eu concordo.

O cavalo e o porco

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, precisa tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer ! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa.
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse :
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos. Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... 'Vamos matar o porco!'
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte , afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor ?
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS, O TITANIC. Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso!!!

10 de jan de 2009

Crise? Que Crise?

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta. Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce? Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse. Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse. Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia."(Bancos, seguradoras, Montadoras etc..... )

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet - Agência de Propaganda, sobre a crise mundial.

A Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha, disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca.
Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo (pequeno facão) e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

'O problema de um é problema de todos quando convivemos em equipe'

A carta de despedida de Getulio

"Mais uma vez, a forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.
Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre.
Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão.
E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História."
(Rio de Janeiro, 23/08/54 - Getúlio Vargas).
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Essa relíquia eu recebi da minha amiga Simone, sou apaixonada por história e como a distância tem sido constante entre nós devido os descasos da vida, ela me mandou a última carta que Getulio escreveu, pois é do conhecimento dela o meu grande apresso por essa parte da história do nosso país. Sei que ela não esta lendo, mais quero que ela saiba que eu gostei muito.
Getulio Vargas pode ter tido vários defeitos, talvez sua carta seja até um pouco dramatica demais, talves seja mentirosa... Isso eu não sei, esses mistérios talvez nunca sejam descobertos, mas uma coisa eu sei, apesar de tudo ele foi um excelente presidente...

É muita cara de pau...

Mais um texto sem noção que eu recebi de e-mail, mas vale muito apena ler... É incrível até onde a cara de apu de alguns vai...
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Carta muito engraçada de um devedor, caloteiro e ainda muitocara-de-pau publicada na Folha de São Paulo.
Segundo o email que recebi, esta carta é verídica e foi divulgada pelopróprio Clube de Dirigentes Lojistas. A correspondência abaixo foi enviada por um devedor a uma das várias lojas credoras:
"Prezados Senhores, esta é a oitava carta jurídica de cobrança querecebo de Vossas Senhorias... Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estoudevendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague. Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duasprestações no fim de cada mês. As outras, ficam para o mês seguinte. Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagaresta ou aquela empresa em detrimento das demais. Ocorre o seguinte... Todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credoresem pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois "sortudos" que irão recebero meu rico dinheirinho. Os outros, paciência. Ficam para o mês seguinte. Firmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa temconstando todos os mesesna minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte. Finalmente, faço-lhes uma advertência. Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras, insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.
Sem mais, Obrigado."

Depressão pós Faculdade - DPF

Você passa cinco anos indo para o mesmo lugar todos os dias, vendo as mesmas pessoas, falando sobre o mesmo assunto, agüentando os mesmos professores chatos, idolatrando os mesmos professores ótimos, reclamando dos mesmos problemas, comendo o mesmo salgado murcho, bebendo no mesmo boteco.
Você passa cinco anos querendo sair mais cedo da aula todos os dias, contando as moedas para tirar mais uma dos milhares de xerox, se revoltando com a quantidade de páginas do xerox, se perdendo nos corredores da biblioteca pra achar o bendito livro, se desesperando nas provas, quebrando a cabeça pra fazer uma pauta, deixando de dormir até mais tarde no fim de semana pra fazer o tal do trabalho, indo dormir mais tarde pra fazer o tal do trabalho.
Isso tudo, sem contar o último ano, em que todos esses fatores são multiplicados por quantas vezes você achar melhor.
E lá vem o TCC ou a MONO, que tira seu tempo, seu sono, sua paciência, seus fins de semana, seus feriados, suas refeições bem feitas, seu (a) namorado (a), suas noites bem-dormidas, sua diversão.
Mas, em compensação você ganha, entre os itens que mais se destacam, um belo par de olheiras e aversão à gráficas (incluindo as pessoas que lá trabalham) e impressoras (um grande parabéns aos que não quebraram ou não deram pelo menos um soco em alguma).
Não podemos deixar de citar as brigas com o seu grupo e as incontáveis vezes em que você escreveu, reescreveu, editou, gravou, fotografou, deletou tudo e começou de novo.
Chega o grande dia e junto com ele, um imenso alívio. É isso. Acabou.
Tchau. Bye bye. Até mais.Te vejo por aí.
Você trabalha e depois das 18h vai pra casa.
No dia seguinte também. E no outro, e no outro. Alguns arrumam outras atividades pra ocupar o tempo. Outros simplesmente vão pra casa, sentam-se no sofá e assistem tv, dormem, comem, babam na almofada sem se importar em ver o tempo passar.
Mas, têm também aqueles que sentem um enorme vazio. Cadê os meus amigos pra conversar? E os textos que eu tinha pra ler?
Para onde foram professores que eu parava para trocar idéia no corredor?Cadê tudo o que eu fazia todos os dias? Cadê as pessoas que eu convivia?Acabou.
É, meu amigo. Está com esses sintomas? Então você está com a tal da DPF – Depressão pós-faculdade.
Tudo aquilo que você xingou por anos, agora faz uma falta enorme aí na sua vida. Ficou um buraco.
E, se você não aproveitou, esse buraco fica ainda maior.
Portanto, se durante os cinco anos você não quis comer aquele salgado gorduroso, tomar a cerveja no boteco da esquina, comprar a trufa que sua colega vendia, fazer a pauta, escrever a matéria, gravar o programa, pegar a sonora, fotografar o fulano, diagramar o texto, estudar pra prova, pedir pro professor tirar sua falta, conversar durante a aula e tomar bronca, dar uma de nerd e responder o que o professor pergunta e muito, muuuuito mais... perdeu.

Se você está entrando na faculdade agora, aproveite cada minuto.
Xingue, mas não deixe nada passar.
Agora, se você fez tudo isso e com muito orgulho, curta a saudade, reencontre os amigos e professores e lembre-se que essa foi uma das melhores épocas da sua vida.
E que, da faculdade, você tire pelo menos esta lição:
- Os momentos e as pessoas são únicos!!!
- E as oportunidades também.

(Autor desconhecido)

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Comentários: esse texto é no mínimo uma verdade, eu só tenho um período de experiência na faculdade e sei bem o que é isso! Você come todo dia a mesma coisa, você perde noites de sono por causa de um trabalho, briga e xingar por causa de um outro misero trabalho, se mata de estudar para as provas, tem sempre uma imensidão de textos para ler, mais até do que você da conta de ler; Vive criticando os professores chatos e elogiando os ótimos, sempre economizando o dinheiro dos xerox, se perde na biblioteca procurando um livro só por que o sistema de busca no computador é bem impreciso. É, essa é a vida de um estudante universitário, mas é muito boa, apesar dos apesares... Vale apena aproveitar cada segundo!