13 de nov de 2011

O Destino de Uma condessa

Quem não gosta de um romancezinho que atire a primeira pedra. Eu por exemplo, se disser que não gosto, estarei sendo uma hipócrita! Por que de vez enquando um romance ou uma literatura pipoca nos cai muito bem...
Oscar Wilde, Edgar Alan Poe, Shekespeare, Jane Austen, Bram Stocker, George Simenon, Agatha Cristhie e vários outros, são leituras recomendadíssimas, mas bem, ás vezes agente fica de ressaca e precisa de algo mais leve neh?
Eu gosto de romances, e não tenho vergonha de admitir, também gosto de romances históricos ou qualquer outra coisa que se passe ou não no tempo presente. Mas tem coisa mais fofa do que um romance em um período histórico com condes e princesas?? Não, não tem!
Apesar de gostar de romances, devo externar meu preconceito: eu gosto de romance, não de livrinhos Sabrina. Respeito quem gosta de ler e confesso que já li, mas aquela coisa não me desce mais pela garganta. Não digo que não tenha estórias boas, é claro que tem, mas a maioria é deplorável e sem contar as cenas de sexo em mínimos detalhes, a tenha dó, se eu quisesse pornografia, compraria uma revista pornô.
Esses romances e uma série de outros best-seller fizeram com que eu tomasse uma certa antipatia por livros do gênero, sendo que tenho sido muito cautelosa com esse tipo. Como já disse mais acima, de vez em quando é bom, sempre, não dá!
Mas, enfim, quero na verdade falar sobre um romance que eu li e me virou a cabeça, e antes que alguém possa críticar se isso é uma resenha ou um desabafo, eu já respondo: o blog é meu, e eu faço o que eu quiser! Gosto de por minha opinião assim para fora, e não é atoa que sou taxada de crítica mordaz.
Então vamos mudar completamente de assunto.
O destino de uma condessa é maravilhoso, tem aquela fórmula basica de um romance a la Jane Austen, mas que ao mesmo tempo é totalmente diferente.  Não esperava nada diferente do final que recebeu, mas achei muito bonito.
A estória conta sobre a condessa Anna Grazinsk, que desde pequena vivia cercada de muito luxo, até a revolução Russa estourar e ela e a família terem que fugir para a Inglaterra, em condições escassas em um momento pós primeira guerra, se vê obrigada a ir trabalhar como doméstica em uma mansão, mas ao contrário do que se pode imaginar e apesar de te nascido em meio ao luxo, Anna é uma pessoa extremamente humilde que contagia todos com sua alegria, apesar de seus infortunos, e acaba conqusitado o carisma de todos que estão a sua volta, inclusive o conde que acaba de chegar da guerra...
Apaixonante! Anna é uma figura, ás vezes eu achei ela um pouquinho ingenua, mas ainda sim uma figura! O conde também é outra graça, apesar da autora tentar colocá-lo perfeitinho, é palpavel atráves de seus pensamentos que ele não o é, ao contrário de nosso Mr. Darcy neh? Mr. Darcy ás vezes me irritava por ser tão perfeito...
É uma estória legal, arrisco dizer que até bem escrita, mas não posso passar disso, haja vista, que li uma versão traduzida por internautas. Estou louca para ler os outros livros dessa autora, que parecesse seguir a mesma linha...

Minha nota??? Entre 1 e 5?? Tah, hoje estou muito boazinha: 5!

Um comentário:

Mom (Míriam) disse...

Abaixo a repressão! Pelo direito de se ler o que se gosta!
Apoiado. Concordo plenamente. Uma obra só é boa se nos emociona.
Beijocas saudosas.